A Polícia Civil de Minas Gerais esclareceu nesta terça-feira o assassinato de Maurício Francisco Ferreira, vulgo Nenzinho, de 33 anos, morto em 21 de janeiro deste ano, no bairro Duque de Caxias.
Segundo as investigações, Josiel Dias da Cunha, vulgo Ziel, de 18 anos, seria o executor, e Alessandro dos Santos Cunha, vulgo Gordinho, de 36 anos, e Darlan Fagner da Cunha Castro, de 28 anos, seriam os comparsas. Eles teriam armado uma emboscada para Nenzinho, que seria gerente do grupo, a mando de Elízio Santos Bragança, o Lizito, de 56 anos, que está preso. Darlan passou mal durante a apresentação do crime à impresa. Elízio está preso há 10 anos em uma penitenciária.
Todos os envolvidos seriam integrantes de uma mesma quadrilha, especializada em tráfico de drogas, na região do bairro Duque de Caixas. De acordo com a polícia, o crime aconteceu após um racha no grupo. Por detrás das grades, Lizito, considerado o chefe do tráfico, mandou assassinar Nenzinho.
Alessandro nega o crime, mas confirmou ser usuário de drogas. Josiel confirmou o tiro em Maurício, mas disse ter sido em legítima defesa. "Eu guardei uma droga dele e perdi. Aí fiquei com medo dele me matar", disse.