Em 1970, a professora Noemi Gontijo começou a observar as pessoas da periferia de Betim, e foi então que a vontade de enfrentar a pobreza e a miséria por meio da oferta de trabalho e formação profissionalizante se transformou no Salão do Encontro, organização não governamental que completa 44 anos com o reconhecimento nacional e internacional de que promove a cidadania se preocupando, sobretudo, com o potencial do ser humano.
Mas, se o apelo social da instituição é notório, o que também é digno de atenção são os produtos manufaturados em suas 12 oficinas artesanais, que comportam as mais diversas modalidades, indo dos móveis rústicos ao tear chileno, passando por flores ornamentais, cerâmicas, bonecas e muitos outros. Não por acaso, os móveis são o carro-chefe do Salão do Encontro, figurando entre os produtos mais procurados. “Grande quantidade de lixo é desperdiçada, e dentro disso há uma riqueza imensa, então, olhamos para essa matéria. No salão, tudo que recebemos, reaproveitamos”, comenta o coordenador de vendas, Rômulo Sat’André.
Para mais informações, acesse o site www.salaodoencontro.org.br.