Ambulância do Samu é amarrada com faixa

Pacientes que precisam do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e funcionários do setor, em Betim, estão enfrentando um sério risco.

É que uma das ambulâncias que prestam atendimento na cidade está com a maçaneta da porta traseira danificada. Com isso, funcionários do Samu têm que amarrar a porta com faixas e uma tira de borracha para que a porta não se abra durante o transporte de usuário.
Nesta segunda-feira (9), a reportagem flagrou o problema. Enquanto atendia um paciente, que foi transferido da Unidade de Atendimento Imediato (UAI) Teresópolis para Belo Horizonte, o veículo, do tipo Unidade de Suporte Avançado (USA), era fechado com faixas. “Desde dezembro vivenciamos essa situação. Já pedimos para consertar, pois isso coloca todos que estão na ambulância em risco, trabalhadores e pacientes, mas a prefeitura alega não ter verba para fazer o reparo. Inclusive, já aconteceu de a porta abrir no meio do atendimento”, denunciou um funcionário do Samu, que pediu para não ser identificado.

Reincidência
Atualmente, segundo os funcionários, há quatro ambulâncias do Samu em funcionamento. “Mas todas estão com algum problema, e demora-se muito para arrumar. Não há uma manutenção preventiva para evitar que se gaste muito no conserto”, acrescentou o servidor do Samu.

Em março, a Secretaria de Estado de Saúde e a Secretaria Municipal de Saúde de Betim divulgaram comunicado informando que o Estado iria regionalizar o Samu em Betim para ajudar a cidade. No entanto, valores ainda não foram divulgados, e a regionalização não teria sido concretizada ainda.

Procurada pela reportagem, a Prefeitura de Betim não respondeu sobre o problema com a porta traseira da ambulância.

Adicionar comentário

Este espaço é fornecido para que os internautas possam expressar suas opiniões sobre o artigo postado. Para outros comentários clique aqui.


Código de segurança
Atualizar

transparente